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sábado, 5 de março de 2016

[REVIEW] MAMAMOO – MELTING


Olá pessoal! Bom, já tem muito tempo que eu (Nat) não publico no MK, entretanto, resolvi tentar um retorno com uma review. Embora o foco da resenha continue sendo basicamente o mesmo das resenhas usuais do Mundo Kpopper, a apresentação do conteúdo será com um maior número de imagens, gifs e etc. Por isso, a publicação no blog e não na página.

Agora indo direto ao assunto, vamos falar de Melting do Mamamoo.


Melting é o 1° full album da carreira do Mamamoo e conta com 12 faixas. Lançado no dia 26 de Fevereiro, o disco levou o grupo a liderar os charts, e conquistar seus primeiros prêmios em programas musicais. 


O grupo começou a promover o seu retorno com o lançamento da faixa 1cm의 자존심. Basicamente, as quatro garotas discutem por 1cm. Para os seres de estatura alta ou normal pode até não fazer muito sentido, porém para baixinhas com eu e Mamamoo é uma briga justa e plausível. Mas deixando de lado a briga por altura e falando especificamente da canção, podemos dizer que Mamamoo chega com um ótimo aquecimento. A música é leve, divertida, e cria um clima de ansiedade perfeito para o comeback. 

Quando o álbum e o MV do single finalmente saíram, era chegada a hora de enfrentar o impasse de sempre: ouvir o álbum ou ver o MV primeiro? (Sério, eu sempre tenho essa dúvida). Acabei optando por ver o MV enquanto baixava o álbum. Honestamente, não sei se fiz uma boa escolha, já que o MV me prendeu em tantos replays que eu só consegui ouvir o álbum no dia seguinte. Mas para respeitar a minha ordem de visualização, vamos falar um pouco do single e MV antes de chegar nas outras faixas... 


넌 is 뭔들 ou You’re The Best é uma canção típica do Mamamoo, e nesse caso é ótimo que assim seja. Apesar do pouco tempo de carreira já esta bem claro que as canções retrô são a zona de conforto delas. Entretanto, eu não vejo problemas em manter essa identidade especialmente quando sei que o grupo sabe fazer diferente. Há uma diferença importante em lançar algo típico simplesmente por ser o caminho mais fácil, e lançar algo típico por ser esse o estilo do grupo. Até porque o estilo se mantém, mas You’re The Best é completamente diferente de Ahh Oop! ou Piano Man. Basicamente o que eu quero dizer é que estou completamente satisfeita em ver Mamamoo em um estilo que elas dominam tão bem, e não sinto em nenhum momento que elas estão apenas tomando o caminho mais fácil. O estilo é o mesmo, mas as canções possuem sua própria identidade e executam muito bem seu papel na carreira do grupo.


넌 is 뭔들 teve seu MV filmado na Tailândia, nele temos as meninas lindas e maravilhosas correndo atrás de um boy que não dá a minima para elas, algo que quase nunca acontece no k-pop. A letra fala sobre o quanto elas são compatíveis com o Oppa, e o ritmo segue em um mix de Funk, R&B e Pop. Os vocais estão no ponto, elas mostram suas cores mas não temos nada muito forte como nas apresentações do Immortal Song, mas também não deixam a desejar. O espetáculo fica mesmo por conta das personalidades, da diversão, e do modo como elas fazem tudo soar como uma brincadeira.

Destaque para Solar por aprimorar o seu aegyo

E aqui podemos observar 4 garotas calculando o quanto falta para alcançar o Oppa

A verdade é que até sem ela fazer nada eu não consigo tirar os olhos dela! É tanta distração que até coloquei o nome errado na imagem... 

Enfim... vamos as canções~

"Words Don't Come Easy" é de longe uma das melhores do álbum. O equilíbrio perfeito entre um ritmo meio bossa nova (?), e vocais sussurrados. A letra também é interessante, fala sobre como elas não encontram palavras para expressar as sensações despertadas pelo Oppa.

"Friday Night" é uma faixa de R&B com a participação do JunggiGo (Sim, o carinha de Some... o verdadeiro rei das colaborações). Os vocais são lindos, a voz do cara deu um tom interessante para a música, mas eu ainda acho que a Moon Byul foi a melhor coisa. Devia ter tido mais Moon Byul e menos da vibe Some 2.0 que eu sinto toda vez que ouço o JunggiGo. Sinto muito, mas não consigo me desligar de Some, e a culpa é dele por ficar nessa linha mais do mesmo. 

"Hometown" tem um ritmo que segue na linha entre "Words Don't Come Easy" e "Friday Night", reforçando a sensação que alguns tiveram com as faixas parecidas. Olha, se não for muito exagerado ao ponto de tudo parecer igual, isso é bem melhor do que uma bagunça de faixas soltas que aparentemente foram reunidas ao acaso. Mas voltando para "Hometown",  a letra me lembra "Ma City" do BTS... Eu juro que tentei não fazer essa comparação mas não teve jeito. São faixas completamente diferentes mas a letra fazendo a linha "eu amo minha cidade, quero ir para lá agora mesmo" lembra muito Ma City, o que claramente não deve significar nadinha mas por alguma razão eu tinha que mencionar. 

"Emotion" já é algo mais moderno. De algum modo eu já não sei definir ela, no começo me pareceu tão doce, mas aí foi ficando mais forte conforme eu ouvia mais vezes. Então vamos apenas dizer que é muito boa e que o vocal da HwaSa e o rap da Moon Byul  deram um toque maravilhoso. 

"I Miss You" tem uma atmosfera intensa, e aparentemente marca uma certa divisão de águas no álbum. As notas são mais altas que nas outras faixas e o grupo mostra um pouco mais da sua conhecida potencia vocal. E como já era esperado, os lives estão muito bons!




"Funky Boy" é o inicio da sequencia do vício, eu já nem sei quantas vezes fiquei presa nas faixas 8, 9 e 10...  A letra serve para lembrar ao Oppa que ele não esta lidando com qualquer uma. E o ritmo conta com um jazz que explode em um refrão energético-maravilhoso-manda-mais-que-tá-pouco. É quando você olha e pensa, "Poxa, isso daria um baita single".

Minha capa daquele single que eu nunca vou ter~

"My Recipe" ganhou um videozinho da hora com as meninas cozinhando. A canção em si é bem simplista, boa de se ouvir e parece que veio direto dos anos 50. A letra fala que agora elas são as chefes da cozinha e vão cozinhar sem receita (?). O fato é que eu fecho os olhos e ainda escuto a Moon Byul falando "pokka pokka pokka pokka"...

"Cat Fight" é uma das minhas favoritas. Aquele "Meow" vicia mesmo~ O lance de colocar os vocais lembrando gatinhas ficou bem interessante, e o ritmo meio funky, meio big band, fecha um ótimo espetáculo. Algo tão legal que a gente finge que não reparou na letra em que as gatinhas do Mamamoo avisam para as outras gatinhas assanhadas ficarem longe do Oppa delas.

"Just" é uma balada no lugar errado do álbum. Talvez se viesse lá no começo eu ouvisse com uma empolgação maior. O que é um absurdo, porque a música é muito boa mesmo. Mas se você ouve ela na sequencia do álbum você acaba não notando isso, ao menos comigo foi assim. A letra é sobre como elas sentem falta de um ex-namorado, portanto foco nos vocais porque me recuso a comentar a letra.

"Girl Crush" é a diversão pós balada séria. Uma faixa leve para encerrar o álbum. Basicamente as meninas querendo ser lindas e apaixonadas. A música é uma OST que saiu ano passado, portanto não é algo muito novo para se comentar. A faixa ganhou esse MV aqui:


Resumindo: Mamamoo viaja por uma série de estilos de ar meio retrô, na tentativa de apresentar ao público definitivamente o estilo de Mamamoo. Ao meu ver, deu super certo e o álbum já esta na minha lista de favoritos do ano.

Eu amo vocês meninas! Mas vou destacar HwaSa e Moon Byul... 

Embora Solar e Wheein possuam vocais impressionantes e estejam lindas e carismáticas, o destaque fica por conta da HwaSa por conseguir roubar a atenção inclusive dos não fãs, e Moon Byul por estar em um grupo com foco vocal e ainda assim conseguir atuar como rapper e parte importante do grupo, e não um mero acessório como costumam ser os rappers em grupos mais vocais.

Nota: 9/10 
Nat~




segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Kara 3rd Japan Tour - Karasia


Olá Kpoppers! 

O texto de hoje está desde abril na lista de texto que deveriam ser postados. O computador que armazenava o texto queimou e eu simplesmente precisei rever o show para poder escrever um novo. Então, o  de hoje não é o texto antigo, ele só partiu da ideia antiga mesmo. :)

É tão bom falar daquilo que gostamos. Eu curto demais o KARA, pois foi o segundo grupo que eu conheci no Kpop e também aquele que me fez gostar de vários grupos. Acompanho as meninas desde 2010 e confesso que a mudança na formação ( que aconteceu ano passado) quase me fez parar de acompanhar o grupo. Primeiro por gostar demais da Jiyoung (Hara é minha bias, mas a Ji era especial)  e segundo por não gostar nadinha da Youngji. Só dei o braço a torcer por causa das outras três, de Mamma Mia ser fodinha (ainda era Kara pow!) e da Youngji ser SIM a namorada do Jackson no Roommate. Depois do programa, era impossível não amar a boca de crocodilo mais fofa do mundo!

Melhor sorriso!

O 3rd Japan Tour era o primeiro com a nova formação e as meninas tinham muito a provar. Provar que ainda tinham público no Japão, que as quatro estavam entrosadas e funcionavam bem ao vivo, que o Kara estava de cara nova (péssimo trocadilho), mas a essência era a mesma. Acho que foi um dos mementos mais importantes dessa nova fase do grupo. Por isso mesmo, chegou a hora de falar sobre um dos meus Shows favoritos! Sem mais delongas, vamos logo aos comentários!

Quando a Gyuri gritou Huh! antes do bate cabelo de Mamma Mia começar, eu já senti que as meninas estavam entrando naquilo com fogo nos olhos! Kara não é um grupo preguiçoso, isso todo mundo sabe, mas parecia que naquele show elas estariam ainda mais poderosas. Nem preciso dizer que uma abertura com Mamma Mia era a escolha óbvia. A música, além de forte, é também a apresentação da nova membro, então era natural abrir o show com o ''Novo Kara'', apresentar o que o grupo tem a oferecer em sua nova formação. Gostei. Começo muito forte!



Seguimos com Pandora e  Lupin. Vocês percebem que o objetivo é começar o Show roubando o fôlego dos fãs japoneses pois o combo de canções é muito forte. Aqui somos apresentados a nova divisão de linhas. Youngji fica meio apagada no começo, mas depois você já consegue tirar os olhos das outras três ( que estão simplesmente detonando tudo ) e prestar atenção na maknae que também está fazendo tudo direitinho. Pandora e Lupin são duas canções que representam bem a consistência da discografia coreana do KARA, fora que são duas musicas que fazem os japoneses gritarem muito! Até aqui, temos o novo Kara em ótima forma, com vocais legais e muita energia!


O Show da uma pequena parada para as apresentações, então seguimos com Happy Happy Love que, apesar de manter um pouco da pegada sexy da primeira da abertura, é mais fraquinha e  já começa a diminuir o ritmo e nos preparar para o bloco de canções felizes que virão a seguir. HHL parece que não vai acabar nunca e Rescue Me,  que aparece logo em seguida, é bem básica e meio que assusta por insinuar que um bloco kawaii vai começar sem rolar nem uma troca de roupas (rs). Quando So Good começa, do nada, as coisas mudam e o Kara ''fofo-safado coreano'' está de volta, reanimando as coisas e apresentando uma das melhores canções das meninas nos últimos anos. É legal que você está meio '' Ok, essas musicas japonesas são legais, só '' e do nada elas te fazem ficar animado outra vez. Lindas, as meninas encerram a primeira parte do Show com saldo positivo.

So good So Good So Good... ou melhor Sogu Sogu Sogu <3 E ai vem a  melhor parte ~ GU GU GU GU GU GU GU GU GU bABY I´M SO GU 


Hora dos solos!

Começamos coma Youngji cantando Tenshi no wink , que eu milagrosamente conhecia. Youngji inunda a arena de fofura e consegue arrancar a maior gritaria dos japoneses. Confesso que eu não gostava nadinha da canção dela, mas a escolha de um ato japonês super fofo e conhecido foi um grande acerto. O primeiro solo foi bem legal. 

Seguimos com a Seungyeon que ameaça servir um rock, mas acaba vindo com Love The Way You Lie (Rihanna ) e Dirrty (Christina Aguilera). O começo foi lindo e eu estava super envolvido, mas ai entrou Dirrty e a coisa ficou bem esquisita. Na verdade, quando a música começou eu até fiquei espantado coma coragem de quem liberou aquele solo pra ela. Gosto da Aguilera e seu que Dirrty é uma canção estranha que não funciona direito com ela, imagine com a Seung que tem um timbre completamente oposto. Foi uma escolha bem errada. Fora que toda a atuação sexy não combina com ela. Solo ruim. 

Seguimos com Hara cantando uma baladinha e provando que alguém trocou o solo dela com o da Seung. Minna Sora no Shita é apenas OK e desnecessária. A Hara precisa focar no espetáculo e deixar a parte vocal para quem tem completo controle. É minha bias do coração, mas não engulo baladinha não. Ficou legal? Sim, mas você passa toda a apresentação imaginando quantas vezes ela gravou aquilo. Solo OK, e só. Poderia ser bem mais. 

Graças a Deus Gyuri vem salvar o seguimento de solos com Hush Hush ( que Taeyoen usou na primeira Tour do SNSD - num arranjo idêntico - para fazer o mesmo que Gyuri, salvar as colegas). A líder mostrou confiança, tocou piano, dançou direitinho ( e quem conhece Gyuri sabe que ela é destrambelhada ) e simplesmente dominou toda a apresentação. Melhor solo. 

Terminamos o seguimento de solos com alguns tropeços e uma grande recuperação no final. Até aqui, o show segue bem, sem grandes erros e sendo um espetáculo muito divertido!



Chegou a hora de ter uma overdose de ''KARA Kawaii Japonês''. Seguimento fofinho começando!

Pretty Girl, Jet Coaster Love , Girl's Power e Rock U  são apresentadas com muita energia e alegria, vestidos pink e fanservice até dizer chega. Na primeira, as meninas utilizam carrinhos para circular entre os fãs, distribuindo beijos, sorrisos e piscadelas até o pequeno palco que fica do outro lado da arena. Como o caminho é longo e uma só música não seria o bastante, elas apresentam metade da ótima Jet Coaster Love dentro deles. Jet Coaster Love é tão legal, um Kara doce mais nem um pouco enjoativo! 

Girl's Power é dona de um dos refrões mais altos da vida. Poderia ter ficado de fora. Rock U é bem divertida e exagerada e com a apresentação animada das meninas, conseguiu levantar o ritmo que estava começando a cair. Assim terminamos o bloco fofura extrema sem grandes problemas. Aliás, um ponto pra quem organizou as canções. Tivemos derrapadas, mas nenhum erro que comprometesse o show, além de retomadas espertas que ajudam a manter as coisas funcionando.


Somos presenteados com dois duetos que simplesmente colocam os solos no chinelo. Começando com Gyuri e Seung que apresentam Good-bye Days, que ficou bem legal num dueto de voz e violão. O dueto HaraJi  apresenta Crazy in Love e detonam mostrando o completo oposto do primeiro dueto. Eu gostei demais dessa parte pois tivemos duas ótimas apresentações, distintas e que apresentaram muito bem a personalidade das meninas no grupo. Ótimo.

O vídeo com fãs que é apresentado logo depois, é bem legal. Daí as meninas seguem com uma bela apresentação de Ichiban ni Watashi o Dakishimete, a balada que abre a sequencia de canções lentas. Eu não sou muito fã dessa faceta do grupo, mas a abertura com Ichiban foi tão legal que eu aceitei bem que o clichê lento de todos os shows (De Kpop ou não ) estava começando.

Depois vem French Kiss,que parece interminável. Promise , que vem logo depois, é outra canção que parece interminável. A verdade é que, como na maioria dos shows, o seguimento balada acabou derrubando bastante as coisas. 

Ainda bem que a mudança no ritmo vem rápida com Super Star. A canção não é grande coisa, mas acaba ficando mais legal por conta da sequencia de canções chatas que vieram antes. Legal é que ,mesmo de pois de quase duas horas de show, as meninas continuam cheias de energia e completamente entregues a apresentação. 



Mister, que não poderia faltar de forma alguma, já começa fazendo a platéia vibrar. Muito boa a apresentação.Claro né, Mister gente!  

Go Go Summer!, na minha opinião a canção mais Jpop do Kara, chega para abrir o encore. Eu odeio Go Go Summer!, acho super irritante. Aqui as meninas voltam a usar os carrinhos, jogando presentinhos e se despedindo dos fãs bem de perto. No palco menor temos SOS, outra que representa bem o lado Jpop do grupo. São canções que parecem mesmo '' fim de show '' , canções que sempre aparecem nos shows delas então eu achei bacana, mas estava inquieto esperando por algo grande para o final. 

É ai que Step, dona do Kara (rs), aparece para incendiar o final do show. Gyuri e YoungJi não parecem nem um pouco cansadas e a plateia continua coma mesma animação. Step fecha bem o show de quase duas horas e deixa aquele gostinho de quero mais. 

A terceira tour do Kara é muito boa. As meninas estão completamente entregues e é impossível não ficar animado coma animação delas. A distribuição das canções foi muito acertada e possibilita um show limpo e que só esfria na parte das baladas. O Show parece menor, mas na verdade não é. A sensação é que a organização deixou o show mais dinâmico e legal, por isso passa tão rápido. 

Se você é fã, veja! Se não é fã, veja também! Kara é um dos grupos da brilhante geração 2007, está cheio de energia e com vontade de continuar trabalhando. Lindas, talentosas, carismáticas e em perfeita forma física para entregar um Show divertido, lotado de hits. 

Nota:9\10 





Até semana que vem Kpoppers \o 
















sábado, 19 de setembro de 2015

Combo de Reviews: Vivis, IKON, DIA


Olá, hoje teremos um post especial na coluna de Reviews!
Como vocês sabem, nós dividimos as colunas direitinho, cada uma em um dia, mas infelizmente tivemos um problema sério com internet ( luz e água :( ) durante a semana, por isso as colunas acabaram não sendo postadas. Pra não deixa-los sem Reviews, resolvemos fazer um combo com Reviews de singles que saíram nos últimos dias. Semana que vem postaremos direitinho (na terça).

Vamos ao combo de Reviews?

VIVIS ~ Good-bye


Conheci o Duo Indie (que estará na lista de nugus que devemos ficar de olho ) na semana passada e simplesmente não parei de ouvir o EP delas, Trace, desde então. O disco é legal e entrega um K-indie que vai além do que conhecemos e estamos acostumados dentro do estilo. Confesso que sofri um pouco para escolher a canção que seria analisada hoje, mas acabei escolhendo Good bye, por ser uma das mais legais e também por ser algo único dentro do disco. 

O sample completamente eletrônico e bem mais acelerado é único dentre as canções do disco, mas aqui podemos notar alguns elementos que estão presentes em outras canções. Adoro o clima meio retrô da canção, esse Club Mix quase House é algo que vem sendo muito usado no Kpop. As meninas tem ótimos vocais a harmonia das vozes é muito legal. O refrão é simples,  não chega a atrapalhar a canção, talvez seja até exatamente o que ela pedia, mas acredito que poderia ser algo melhor. 

Se vocês puderem dar uma conferida no disco, eu recomendo demais.

Nota: 9\10

IKON ~ My Tipe 


Um single muito esperado que foi apenas OK. 

Devo dizer que no começo eu não gostei quase nada da música, mas depois a coisa melhorou, apesar de continuar achando que foi algo bem aquém do esperado. 

Pra começar, esse ''R&B swingado cheio de marra ''  é algo que quase todos os grupos masculinos conseguem fazer sem nenhuma dificuldade, então quando eu escutei a batida eu simplesmente imaginei outros grupos ali, o que denunciou o quão comum era o lançamento. 

Outro problema é o efeito que os quatro primeiros vocais causam. Bobby cantando é estranho. Eu agora até acho diferente, mas continua sendo estranho, ainda mais que é possível notar os efeitos na voz. Logo depois vem a segunda parte do refrão, ainda com vocais estranhos e  temos os primeiros Raps, com dois timbres bem sujos. Então logo no começo temos um série de elementos que podem espantar quem está escutando. 

Na segunda metade, a canção melhora bastante, principalmente por não estarmos mais esperando muita coisa dela.Fica gostosinho de escutar e só. Temos o Bobby fazendo o que sabe e os Raps melhoram bastante. No final o saldo é apenas na média e fica a impressão forte de que o grupo tem sérios problemas com a parte vocal. Eu espero, do fundo do coração. que os próximos lançamentos estejam em outro nível, pois sei que eles podem. 

NOTA: 6\10

DIA ~ Somehow


O grande problema do '' Aegyo com elementos Hip Hop que remetem a primeira geração do Kpop ''  é que qualquer um poderia fazer algo assim, então você já aposta em algo que não sai da zona comum. DIA escolheu o lugar comum para fazer sua estréia, mas elas entregam algo a mais. 

Somehow é uma canção cheia de energia, com um refrão explosivo, transições interessantes e versos bonitinhos, algo comum no estilo. O grande diferencial é o esforço da produção em fazer todas as meninas soarem distintas, deixando bem evidentes os timbres e as mudanças entre vocalistas. Vocês podem até não achar grande coisa, mas sendo algo vindo da empresa que cuida do T-ara ( que costuma apresentar vocais quase impossíveis de serem reproduzidos live e, no passado, uma semelhança enorme entre os timbres) devemos sim valorizar. 

Meu problema é com o Rap, que só não ficou mais estranho porque a transição entre ele e a ultima parte da canção é até legal. Como tenho o costume de amar trechos das canções, eu acabei ficando apaixonado pelos versos lentinhos e fofos que rolam antes da acelerada que leva ao refrão. 

Nota:8\10

Aqui encerramos o combo de Reviews. 
Semana que vem voltaremos ao ritmo normal :)

Não deixe de comentar! 








sábado, 16 de maio de 2015

[COBERTURA SIXTEEN] Primeiro Episódio: JYP é JYP
















O programa começou! Infelizmente, por motivos de internet dificultando as coisas, atrasei um pouco na postagem do Review do primeiro episódio, mas enfim estamos aqui. Não esqueça que o texto está lotado de SPOILER...se você acha que receber informações antes de ver o episódio estraga toda sua experiencia, pare de ler AGORA!



 O primeiro episódio funcionou como uma grande ( e apressada ) apresentação das coisas. Ficamos conhecendo o sistema do programa, que funciona assim:

- As 16 garotas ( todas estagiarias da JYPE ) são divididas em dois grupos: Major e Minor. O grupo Major (com 7 integrantes) representa o time que está mais perto do debute oficial. Elas recebem um tratamento de estrela, além de privilégios nos horários de treinamento. O grupo Minor (Com 9 garotas) representa aquelas que ainda não estão prontas. Elas vivem como estagiarias e estão mais próximas da eliminação. Toda semana, trocas entre os grupos serão feitas e uma jovem do MINOR será eliminada. No final, restarão as 7 membros do MAJOR, as membros oficiais do TWICE. 

O sistema é doloroso, mas bastante interessante. Eu achei legal, até o senhor JYP (que adora um spotlight ) começou uma divisão logo no primeiro episódio. Como ele poderia dividir as garotas sem nenhuma missão antes da divisão. Tudo bem,ele conhece as meninas que treinam na empresa , mas o telespectador não conhece. Ficou claro o objetivo de começar a traçar um roteiro, necessário para que o programa funcione, mas que deveria ser apresentado de forma mais sutil. 



Não posso nem dizer que achei a divisão coerente, pois não conheço as meninas e nem todas foram realmente apresentadas no primeiro episódio. Já fomos apresentados aos primeiros dramas da atração. Jihyo treinou na empresa por 10 anos e seu discurso é de alguém que acredita que está tendo a grande chance de sua vida. Além disso, ela , Nayeon, Minyoung e Jungyeon eram cotadas para debutar juntas em um grupo, mas a empresa mudou os planos e elas foram jogadas num programa de sobrevivência. As 4 foram separadas na primeira divisão e comentaram sobre o medo de não estarem juntas no final de tudo... Não bastasse essa ''filhadaputagem'', Jihyo foi jogada no grupo Minor, provando que JYP não liga se você têm 10 anos de treinamento. Aqui eu enxergo uma potencial escalada dramática em busca do sucesso,embora ela nem apareça no TOP7 de popularidade e me faça lembrar da Sojin do KARA Project que tinha experiencia, talento e não conseguiu entrar. 

Aliás, fica claro que algumas garotas não gostam nadinha da ideia do programa (Principalmente as mais velhas). Basta lembrar que o ''6MIX da LENA '' eram dados como certos e agora as meninas estão envolvidas num projeto completamente diferente. :( 

Bem, no primeiro episódio tivemos uma missão, que consistia em Mostrar um Lado Estrela. Eu achei bem tosco a edição dividir a exibição da missão em dois episódios (O mesmo acontece no 2º episódio). Assim, algumas garotas (as apresentadas na primeira parte ) tendem a repercutir mais que aquelas que são apresentadas no episódio seguinte, que dá inicio a uma nova missão. Eu não fiquei tão decepcionado com as escolhas das meninas, achei que a missão ia além do óbvio mesmo, mas achei o JYP meio estranho em alguns momentos. Vamos descobrir como as garotas foram:



1. Nayeon: A Nayeon é perfeita por ser segura de si. Ela apresentou uma dança + canto e foi, regular. JYP não gostou muito. É bem claro que a dentuça engraçada é um projeto de Suzy. Ela já é popular e sabe o que quer. Precisamos ficar de olho nela!

2. Minyoung: Eu vejo a Min como uma pessoa completamente insegura (o fato de ser jogada no programa só piorou as coisas ). Ela pode virar o jogo...veremos. Ela apresentou uma composição própria e foi duramente criticada por causa da insegurança. 

3. Jungyoen : Tocou sax e cantou. Não ouvimos a opinião do JYP, mas a própria comentou que deveria ser eliminada depois da apresentação ruim. Concordo.

4. Jihyo: Foi além do básico e mostrou talento vocal cantando Trot. Eu adorei, mas acho que ela não deve viver falando sobre '' os 10 anos ''. Todos os artistas da JYP admiram a moça... ela deve e comer calada e vencer pela experiencia, isso sim!

5. Tzuyu: Foi bem básica, mas a carinha dela no final foi engraçada. Foi tipo, '' Eu sei,eu sei '' Ela tem chances e canta bem. 

Sambei!

6. As irmãs Chae : Gente, aqui temos um problemão. As duas sãomuito boas, mas é bem óbvio (Que ai acompanhou Kpop Star? ) que a mais velha canta e dança melhor que a mais nova. Mais um drama, pois as duas foram separadas e uma já atropelou bonito na primeira missão. Complicado, mas eu aposto muito na irmã mais velha. 

7. Chaeyoung: Cantou Rap. Foi OK!

8. Jiwon: Cantou muito, muito mesmo, mas ela parece que vei provar que só voz não faz de você uma estrela. O JYP curte sentimento também... 

9. Eunsuh: Dançou. Foi bem rapidinho na edição. Dançar, todas dançam!

10. Somi: Uma das favoritas do público, mas pra mim... tirando o choro... não foi nada demais até agora.

11. Sana: Fez muito Aegyo na sua apresentação e foi bem além do básico. Foi muito interessante e eu ri do JYP todo desajeitado vendo a maluca. Ela mostrou personalidade única e já ganhou destaque por isso. Outra com muitas chances na competição. 

12. Mina: Dançou balé... e só. Achei tão sem graça, mas o JYP gostou e é ele que vai formar o grupo... então...

13. Dahyun: A maluca foi a que mais brisou na hora de escolher o que fazer na missão. Tudo graças ao Jokwon que disse que ela deveria ser ela mesma. Ela fez rap, dançou kkap e foi corajosa ao ponto de fazer um papel ridículo no primeiro episódio. Eu ri dela e acho que esse tipo de atitude é essencial nesse tipo de competição. 

As outras duas ficaram para o segundo programa.



Numa visão geral, as garotas são interessantes e muito diferentes umas das outras. Meu maior problema foi com aedição, que privilegia umas e ignora outras, além de forçar personagens. A forma como as missões são divididas em dois episódios também atrapalha as coisas. O legal seria um missão por episódio e quem sabe o resultado poderia ser dado no episódio seguinte, mas dividir as apresentações\comentários não dá, é covarde e acaba apagando quem fica na segunda parte (povo comenta mais o começo de uma nova missão que o final da antiga )

Foi um primeiro episódio bom, nada mais. Já vi o segundo e achei melhor, apesar de manter alguns problemas do primeiro. 

Ficaremos de olho no programa!
Não deixe de deixar seu comentários

Agradecemos ao K-POP LIFES que está legendando os programas (numa parceria muito bacana com Boo Subs e Sixteen Br ) ~ Baixe aqui: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.778905162228299.1073741839.453986034720215&type=1



















sábado, 14 de março de 2015

A Saga das Esquecidas: Dana Hong (홍단아)


Começando a longa lista de excelentes nomes da música coreana que são (quase) completamente ignorados tanto na indústria musical como nas playlists da maioria dos kpoppers temos a talentosíssima: Dana Hong  

Dona de uma voz impar, e um estilo bem longe do convencional no K-Pop, a cantora estreou com o mini-álbum Asura que me pareceu uma excelente indicação para aqueles que procuram algo diferente e com qualidade. A música escolhida como destaque é o single Tat Tat Tat (탓탓탓), ou Blame,Blame,Blame ou ainda Fault, Fault, Fault (Sim, eu achei os três nomes).  



O ritmo arrastado acompanhado pelo estilo meio retro da Dana, completa-se muito bem com o rap do Swings, e deixa a aquela sensação de "Nossa, isso é muito bom para ser tão ignorado". A música que fala sobre um relacionamento baseado em apenas encontrar um culpado para tudo, infelizmente ainda não tem uma tradução para o inglês que nos permita entender melhor o que a cantora quer dizer (se alguém quiser traduzir do coreano, a gente agradece, ok?)

Quanto ao MV gostaria de destacar que é melhor que o de muitas grandes empresas, e olha que eu nem estou falando só do BIG3... Além de criativo e interessante o videoclipe foge da mesmice a qual estamos acostumados e ainda surpreende pela qualidade. 

Portanto, fica a recomendação para Tat Tat Tat (탓탓탓) e para as outras 3 faixas do mini Asura, que alias foram todas escritas e compostas pela Dana. Vale a pena fugir um pouco dos grandes nomes e buscar os bons trabalhos dos estreantes não tão conhecidos.

Conheça também:

Unpretty Rapstar [Ep5]: A consagração de Kisum em cima de Jessi


Depois do spoiler do EP6 que o allkpop entregou sem prometer acabar com minha vontade de ver esse programa, ainda acompanho o Unpretty Rapstar pois não é porque a minha bias saiu (Injustamente) que vou deixar de ver os deboches e tretas que esse programa oferece né. Enfim, vamos aos principais momentos do episódio.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Unpretty Rapstar [Ep1 ~ Ep4]: No que cada integrante foi útil até aqui



Que Unpretty Rapstar é o programa da década e que todos deviam saber da existência dele é algo consolidado, certo?! Só que, o MK andava ignorando por motivos de: Até hoje não sei. Até hoje, porque Tio Dougie vai fazer as honras de comentar o reality show da geração aqui no blog. "Agora, no EP4?" Sim, reclamações podem fazer na Vivo que só liberou minha internet esses dias. Mas, pra compensar vocês vou fazer aquele resumão do que cada uma das 9 integrantes foram úteis para que esse fosse o programa das nossas vidas urban conceituais.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

[REVIEW] Perfect Blue: O labirinto da mente



Hora de postar mais um Review de filme! Agora postarei  os Reviews de Filmes aqui no Blog, pois assim eu posso desenvolver melhor os textos e usar muitas imagens. Resolvi retornar com o Review de Perfect Blue, uma animação japonesa que merece respeito e que,apesar de japonesa, é recheada de temas que podem ser relacionados ao Kpop. Ok, é hora de explodir mentes e conversar sobre o filme.

Como Kpoppers, estamos familiarizados ao termo Idol, mas é preciso ter em mente que Idols japoneses e coreanos, apesar de parecidos, são diferentes por um simples motivo: Os fãs japoneses cobram muito mais um comportamento perfeito e fazem tudo, eu disse tudo, em nome dos Idols que seguem. Um namoro faz estragos no Kpop? Sim, mas um simples namoro pode ser bem mais destrutivo no Jpop. E mudar de carreira, deixando a imagem de Idol? Parece simples, mas apagar a imagem Idol, pode ser bem complicado.


É isso que a nossa protagonista, Mima, está tentando fazer. Ela deixou o grupo Idol CHAM!, para tentar a carreira de atriz. O problema é que, mesmo o grupo não sendo tão famoso, as cobranças diretas (fãs ) e indiretas ( família e empresa ) farão Mima mergulhar num jogo psicológico que entorpece o espectador. Tudo é tão estranho e perturbador, que não sabemos o que é real e o que é verdade. É algo realmente impressionante. 


Mima é a típica garota idol. Ela saiu do interior em busca do seu sonho de virar uma cantora, mas os números mornos e a mudança de planos da empresa acabam atrapalhando a garota, que precisa deixar o grupo e se empenhar na carreira de atriz. Problema é que os Japoneses parecem não levar ex-Idols a sério e a coitada acaba conseguindo pequenas pontas num drama policial. 

Os fãs acabam cobrando bastante da garota, que passa a ter alucinações contantes com um perseguidor. É legal ver a forma interessante que o diretor usou para representar a transformação de ódio em amor. A melhor forma de abandonar a imagem de Idol e fazendo algo bem forte. Mima o faz no filme, representando em uma cena de estupro, mas o ato acaba gerando comentários ainda mais negativos e a transformação da garota, que aos poucos abandona a realidade. 

Primeiro, é bem fácil notar a crítica a cobrança exagerado que os Idols sofrem. Até onde vai o seu direito de fã? Se é que existe um DIREITO de fã. Você acha que é permitido controlar a vida do seu ídolo? Ditar o momento em que ele pode buscar crescimento, ou um relacionamento? É algo cultural, mas completamente sem sentido. O fã apaixonado, Me - Mania , desenvolve um amor doentio que vai as ultimas consequências no longa. O filme explode um muita violência, cenas fortes e perturbadoras. É incrível ver uma animação construindo um clima tão sombrio. O fato de escolher uma animação, facilita a construção de cenas que realmente parecem sonhos, ou a repetição de cenas que fazem o espectador ficar perdido. 

Alguns personagens são propositalmente apresentados de foram mais rasa, talvez como se fossem reflexo das opiniões da Mima. Aos poucos, você percebe que  até o personagem mais sem importância, tem uma personalidade bem desenvolvida. 



A animação é muito boa e linda. Realista, com personagens seguindo trações mais humanos e menos cartunescos (olhos e cabelos negros, roupas e movimentos mais reais ) é possível mergulhar no suspense psicológico e comprar a história sem grandes dificuldades. O melhor é a dublagem e a ótima interpretação dos envolvidos. É possível sentir o desespero e todas as nuances da personalidade da protagonista e de outros personagens importantes na história. 

Eu realmente recomendo o filme. É uma animação com roteiro incrível e temas bem interessantes. Ainda rende o Bônus de te deixar pensando sobre tudo que aconteceu por vários e vários dias. 

O Filme já influenciou grandes obras americanas como Cisne Negro e Réquiem Para um Sonho. O diretor de ambos os filmes, Darren Aronofsky, comprou os direitos do filme para poder reproduzir a cena da banheira no perturbador Réquiem para um Sonho. Agora, Cisne Negro, bebe totalmente da fonte japonesa, apesar do diretor negar que o filme seja um influencia. 



Ele aceita as semelhanças, mas nega a a influência... É complicado não enxergar todas as similaridades. A personalidade, os coadjuvantes, a pressão por estar num mundo cheio de cobranças, algumas cenas são quase idênticas.  Perfect Blue é uma animação influente e cheia de conteúdo. 

NOTA: 4 Pipocas

Pontos Positivos: Boas atuações, animação de qualidade, bom enredo e desenvolvimento eficiente. Uma animação que consegue construir um clima realmente perturbador.

Ponto Negativo: O final bem amarrado, deveria ser mais solto para combinar com todo o clima de delírio do filme. 




DADOS DO FILME

(Como adoro esse pôster, combina demais com toda a ideia do filme )
                                                                                                                                                 
  1. Data de lançamentojulho de 1997 (mundial)
  2. DireçãoSatoshi Kon
  3. Duração90 minuto
  4. AutorYoshikazu Takeuchi
  5. RoteiroSadayuki Murai




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